quinta-feira, 25 de agosto de 2011


A evolução tecnológica/A era das invenções
A Revolução Industrial é a característica marcante desse período contemporâneo. Ela teve início, porém, nos tempos modernos, mas foi principalmente a partir desta época que se difundiu. A Revolução Industrial divide-se da seguinte maneira:
  • 1ª Revolução Industrial: de 1760 a 1850, praticamente restrita à Inglaterra. Os principais aperfeiçoamentos foram no ramo de tecelagem, tendo também a introdução da força a vapor.[3]
  • 2ª Revolução Industrial: de 1850 a 1900,[3] com difusão pela Europa (Bélgica, França, Alemanha, Itália e, no final do século, Rússia), América (Estados Unidos) e Ásia (Japão — a partir de 1868). Agora, surgem novas formas de energia elétrica — como a hidrelétrica —, novos derivados do petróleo — como a gasolina, sendo utilizada posteriormente pelos motores a explosão. Houve também grande desenvolvimento do transporte marítimo e terrestre — como, respectivamente, barcos e locomotivas a vapor.
  • 3ª Revolução Industrial: de 1900 até os tempos atuais,[3] com a sua expansão pelo mundo inteiro. Compreende o aperfeiçoamento dos inventos, tendo principalmente a explosão do processo evolutivo. Assim, apresenta novas técnicas industriais e energéticas, e expansão dos meios de comunicação.
Fase Antecedente à 2ª Guerra Mundial (1939–1945)
 A locomotiva a vapor
Um dos desenvolvimentos muito significativo para o transporte terrestre, foi o surgimento da locomotiva a vapor de George Stephenson, no início do século XIX[4] — que ampliou a rede de estradas de ferro. Em 1825 uma de suas locomotivas tornou-se o primeiro trem de passageiros — atingia 24 km/h e ligava Stockton a Darlington.[4] Conseguinte, foi desenvolvida pela mesma pessoa, em 1829, outra locomotiva chamada de Rocket — atingia 60 km/h —, que inaugurou a construção de uma estrada de ferro de 64 km entre Liverpool e Manchester.[4][5] Essa locomotiva constituía-se basicamente por um vagão de combustível, um tanque d’água e uma cadeira tubular[5]. As primeiras ferrovias foram construídas na Inglaterra, Estado Unidos, Alemanha e Bélgica. Esse desenvolvimento facilitou a distribuição de mercadorias que se tornou mais rápida, barata e eficiente — esse último deve-se ao transporte de cargas muito mais pesadas      
              
Locomotion de George Stephenson
Rocket de George Stephenson.
     
      O automóvel

Outro importante transporte terrestre foi a construção do primeiro automóvel pelo engenheiro belga Étienne Lenoir, em 1863.[6] Ele instalou sobre uma carreta de três rodas um motor de combustão interna (seu funcionamento deve-se à queima de combustível no interior de vários cilindros). Esse rudimentar automóvel tomou uma forma mais parecida com os de hoje a partir da construção do Ford modelo T, por Henry Ford. Este foi a transformação da carreta a motor de Lenoir para um automóvel teria como método de fabricação a produção em série, revolucionando a maneira de se fabricar carros, e implicando numa venda de mais de 15 milhões de modelos vendidos, em 1930. O carro era montado a partir de um conjunto de peças padronizadas. Posteriormente, surgiria o carro mais popular e mais vendido de todos os tempos: o Fusca. Ele foi projetado na década de 1930, pelo engenheiro alemão Ferdinand Porsche, e conseguiu ter mais de 20 milhões de unidades vendidas
     
      

A Primeira Guerra Mundial (1914–1918) foi essencial para acelerar o desenvolvimento dos aviões — que tinham fins militares. Em 1918 já existia aeroplanos muito mais rápidos e seguros. Além disso, Jornais ofereciam prêmios àqueles que fizessem façanhas aéreas. Assim, em 1919, foi realizado pelos britânicos John Alcock e Arthur Brown a primeira travessia transatlântica sem escalas, realizada em 16 horas e meia. Outra façanha foi a travessia transatlântica realizada por um só homem, Charles Lindbergh, em 1927.
    
Os meios de comunicação
Os meios de comunicação teve como precursor o telégrafo, que através de fios permitia enviar mensagens por sinais elétricos codificados. O primeiro desse aparelho foi inventado por dois ingleses em 1837: C. Wheatstone e W. Cooke. Mas foi em 1838 que seria inventado por Samuel Morse o código mais famoso: o código morse. Neste, as letras são representadas por um código binário (traços e pontos). Então, em 1876, foi inventado pelo americano Alexander Graham Bell, o telefone. E, em 1884, através da Companhia Telefônica Bell, instalou-se a primeira linha telefônica de longa distância — entre Nova Iorque e Boston; o primeiro cabo a cruzar o oceano atlântico é de 1956, fazendo somente 36 chamadas por vez.
     


O primeiro telefone.


        O primeiro telégrafo.


Telégrafo de Morse.

  Interior de um tubo de vidro). Baseando-se nesse invento, tem-se a televisão eletrônica moderna, que aparece em 1936. O primeiro serviço público de tevê foi iniciado pela BBC (British Broadcasting Corporation) de Londres; as transmissões regulares começaram em 1941, nos Estados Unidos; e a primeira transmissão à cores foi feita em 1953, pela rede americana CBS.
 Transistores e semi-condutores Uma grande evolução foram as invenções do transistor e do semicondutor. Estes substituíram as válvulas a vácuo. Os físicos norte-americanos John BardeenWalter Brattain e William Shockley inventaram os transistores em 1947, sendo estes baseado nas propriedades dos semicondutores — para a fabricação tanto de rádios quanto de circuitos eletrônicos de computadores. Estes semicondutores são um material menos isolante que o vidro e mais que os metais: silício ou germânio. Em 1958 é criado o circuito integrado, que permite a redução cada vez maior dos aparelhos eletrônicos. Atualmente, é possível a reunião de mais de três milhões de transistores em 1 cm² de material semicondutor.
                                                                                              Germânio.
                                                                                                 Satélite artificial.
                                                                                                    Silício.
                                                                                                   Fibra óptica.




A fibra óptica
A fibra óptica é inventada em 1952, mas torna-se comercialmente interessante apenas na década de 1970 e 1980 , quando os sistemas de telecomunicação — que utilizam então linhas telefônicas comuns — começam a ficar deficientes devido ao crescimento da transmissão de dados via computadores desde a década de 60. Essa nova rede de telecomunicação conduz sinais luminosos em alta velocidade, ao contrário dos cabos tradicionais que transmitem dados por ondas eletromagnéticas ou impulsos elétricos.  O cabo de fibra óptica é constituído essencialmente por uma pequena barra de vidro central revestida por material óptico que reflete a luz que se desvia do vidro de volta a este, e isto envolto por uma capa de polietileno protetora.Esses cabos têm a capacidade de transmitirem sinais digitais ou analógicos, de vídeo e áudio (televisão, Internet) ou áudio (telefone, rádio). Para sua transmissão, é necessário um dispositivo transmissor e outro receptor, sendo que a principal diferença entre a transmissão de sinais digitais para os analógicos, o seguinte: o primeiro precisa de apenas dois tipos de sinais luminosos — isso pois o digital consiste em um sistema binário constituído pelos números 0 e 1 —, já o segundo é necessário uma infinidade de sinais luminosos de diferentes intensidades de luz.

   desenvolvido pela Microsoft um programa para computadores PC que rodava no sistema operacional MS-DOS, e que simulava um sistema operacional: o Windows. Porém, foi somente em 1995, que foi lançado um verdadeiro sistema operacional para PC: o Windows 95.
                             
                                As redes de comunicação e transportes

Os transportes são imprescindíveis nas sociedades atuais e encontram-se em constante evolução.
Transporte é sinônimo de uma atividade que visa levar algo através do espaço, ou seja, de um lugar para outro.
Os diferentes modos de transporte possuem uma rede (conjunto de estradas, vias-férreas, rios navegáveis, canais, oleodutos e gasodutos que se interligam, formando uma malha mais ou menos densa) própria.
A rede rodoviária é constituída pelas auto-estradas e estradas, a rede ferroviária é composta pelas linhas férreas, etc. As redes de transporte organiza-se em "nós" (as estações ferroviárias, os portos marítimos e os aeroportos).
A diversidade dos modos de transporte e a desigualdade espacial das redes
A grande flexibilidade e mobilidade dos transportes terrestres permitiram o maior distanciamento entre as áreas de residência e as áreas de trabalho, levando à expansão das cidades. Os transportes são muito importantes para o desenvolvimento das regiões. O aumento da mobilidade permitiu desenvolver o comércio e, conseqüentemente, as atividades produtivas, quer a nível regional, quer a nível internacional, diminuir as assimetrias regionais e a melhorar a qualidade de vida e o bem-estar da população. Ao mesmo tempo, ajudou à expansão de novas formas de organização do espaço, referindo-se a titulo de exemplo o crescimento dos subúrbios nas grandes cidades, à redistribuição espacial da população, como a eclosão e intensificação de movimentos migratórios, assim como à massificação de fenômenos sociais, culturais e econômicos, como é o caso do turismo.
Papel dos Transportes no desenvolvimento econômico e social das regiões.
As infra-estruturas de transportes como estradas, pontes, túneis, vias férreas, aeroportos, portos marítimos e fluviais têm contribuído para reduzir as distâncias, permitindo ultrapassar barreiras físicas como rios e montanhas, condicionando a acessibilidade das regiões e, por isso, o seu desenvolvimento econômico e social.
Atualmente, os transportes:
·      São responsáveis pela crescente mobilidade das pessoas para os empregos, nas deslocações quotidianas, nas viagens de turismo, promovem o aproveitamento dos recursos endógenos (exploração dos recursos locais). etc.;
·      Facilitam o desenvolvimento do comércio e das atividades produtivas, ;
·      Permitem a difusão de idéias, de culturas e de técnicas;
·      Estruturam o espaço urbano (cidades que crescem, serviços, comércio, industriais e urbanas que se expandem, etc.);
·      Promovem a troca de produtos, bens, pessoas, informação (integração espacial) entre as diversas regiões dentro do país e entre os diferentes povos do mundo;
·      Promovem as atividades econômicas e sociais, permitindo a implantação da indústria, o alargamento dos mercados (intensificam as trocas comerciais) e o aumento da produção;
·      Geram uma multiplicidade de serviços e de comércio e atividades produtivas;
·      Criam emprego;
·      Facilitam a divisão internacional do trabalho;                                                        
- Os transportes rodoviários são os mais indicados, no transporte intracontinental, para transportar pessoas e mercadorias a curtas distâncias.
- Os transportes ferroviários são os mais indicados, no transporte intracontinental, para transportar muitas pessoas e grandes cargas a médias e a longas distâncias.
- Os transportes marítimos são os mais adequados, no transporte intercontinental, de grandes cargas a longas distâncias.
- Os transportes aéreos são os mais rápidos (chegam mais longe em menos tempo), mas são caros, poluentes e têm um consumo elevado de combustível, sendo preferido nas deslocações a médias e longas distâncias no tráfego de passageiros devido à sua velocidade, conforto e rapidez.
   
Informação do mundo globalizado
Antes da Revolução Industrial, as comunicações e os transportes eram lentos e pouco seguros. Os fluxos comerciais, as viagens e o conhecimento de outros lugares eram muito limitados. A evolução dos transportes e das comunicações tem sido tão rápida que quase podemos afirmar que o ser humano vence distâncias, dando-nos a a sensação de que a distância física diminuiu, "encolhendo" o Mundo



O primeiro automóvel




 Os barcos a vapor
Nos transportes marítimos, foi essencial a navegação que utilizava força a vapor, sendo os primeiros barcos desse tipo foram utilizados para transportar passageiros nos rios dos Estados Unidos. Esses barcos, através da força do vapor, eram movidos por imensas rodas equipadas com pás — um exemplo é Delta Queen, de 1826. Assim, em 1843, o britânico Isambard Kingdom Brunel, desenvolveu o Great Britain, provido de um gigantesco casco de ferro e propulsor a hélice — este, respectivamente, possibilitava maior segurança e transporte de mais carga, além de atingir-se maior velocidade.

                                                               Delta Queen (é possível ver sua roda)



 
   Além disso, houve o desenvolvimento de novos instrumentos de navegação, que possibilitaram aos cartógrafos desenharem mapas com mais exatidão métrica. Assim, temos o sextante (no século XIX) — um aperfeiçoamento do astrolábio —, que permitiu a localização precisa do navegador no globo terrestre, a partir de medições dos ângulos entre as estrelas conhecidas e a linha do horizonte (observava-se no telescópio, e então fazia-se a leitura da escala).



                                                                                             Boeing 747.


                                Os aviões

         A partir deste século, há a introdução de um novo meio de locomoção, o transporte aéreo. O primeiro vôo foi feito pelos irmãos americanos Orville e Wilbur Wright, em 1903; porém, o primeiro vôo devidamente homologado foi realizado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1908.[7] Assim, em seguida, o engenheiro francês Louis Blériot voou, em 1909, de França à Inglaterra — compreendendo 42 quilômetros. Esses primeiros aviões eram de madeira e tecido, com suportes de ferro. Foram aperfeiçoados e substituídos por modelos de metal aerodinâmicos, na década de 1920. Sendo, por um alemão em 1939, desenvolvido o primeiro avião a jato, chamado de He 178. Atualmente, existem jatos — como o Boeing 747 — que pode carregar mais de 400 passageiros e executar uma viagem de mais de 12.000 quilômetros.


                                                                                         Companhia Bell.


                                                                       
                                                           O primeiro rádio.
Os meios de comunicação começavam a surgir. Em 1895, é inventado o telégrafo sem fio (precursor do rádio) pelo engenheiro italiano Guglielmo Marconi, que obteve apoio de outro cientista descobridor das ondas de rádio — o alemão Heinrich Hertz . Assim, em 1901, Marconi enviou a primeira mensagem transatlântica por rádio, sendo transmitida por código morsee em 1906, data-se a primeira transmissão sonora transatlântica. Os programas de rádio tornaram-se regulares na década de 1920. Os primeiros rádios eram grandes, mas com a invenção dos transistores, em 1947, reduziu-se seu tamanho.
A transmissão sonora via rádio deve-se à invenção da válvula a vácuo, que constituía o componente básico dos circuitos eletrônicos dos primeiros aparelhos de rádio. Primeiramente, constitui-se as válvulas diodo, sendo em 1906 introduzida a válvula triodo, que possibilitou transmitir, receber e amplificar sinais de rádio, transformando-os em sons compreensíveis — como a voz.

     A captura de imagens e sua reprodução, ou seja, a invenção da fotografia, o cinema e a televisão, respectivamente, ocorreram da seguinte maneira. Na década de 1870, Eadweard Muybridge obteve o efeito de movimento através de fotos sucessivas de movimentos humanos e animais, tiradas com um aparelho de alta velocidade. Apesar de já na década de 1830 o francês Louis-Jacques Daguerre ter criado um processo fotográfico que utilizava placas de cobre cobertas com prata e iodo — simulando o movimento —, este era muito precário pois produzia uma cópia de cada fotografia. Um pouco mais tarde, o inglês William Fox Talbot inventou um processo que utilizava uma imagem negativa, permitindo um número ilimitado de cópias positivas da mesma fotografia. Surgia, então, a câmera fotográfica, que utilizava este último processo de revelação de imagens. Esta consistia de uma caixa escura, com um orifício de um lado, por onde entra a imagem do exterior e a reproduz sobre a parede oposta da câmera. Ela foi aperfeiçoada colocando-se uma lente em seu orifício, e assim obtendo uma imagem mais nítida. Posteriormente, em 1826, conseguiu obter o primeiro registro de uma imagem permanente, através de uma chapa de estanho coberta com betume sensível à luz. Então, finalmente inventa-se a fotografia, retirando a placa e tratando a fotografia quimicamente.

                                                              William Talbot com sua câmera.
 

   Consequentemente à criação da fotografia, surge o cinema. Para isso, foi inventado a câmera cinematográfica, por Étienne-Jules Marey, capaz de tirar doze fotos por segundo. Após nove anos foi inventado, por Thomas Edison, o cinetoscópio (exibia uma série de imagens a certa velocidade, produzindo assim um efeito de movimento). Posteriormente, em 1895, os irmãos franceses Louis e Auguste Lumière, usaram um dispositivo semelhante a este descrito para a primeira exibição pública cinematográfica. Este dispositivo usava uma tira contínua de filme, rodada à mão num projetor de imagens à tela. Então, na década de 1920, teve-se a invenção de filmes sonoros; em 1932, da produção de filmes coloridos, pelo sistema Technicolor.
          Em 1926 teve-se a invenção da televisão, pelo escocês John Logie Baird. Esse aparelho é concebido a partir da invenção, de Vladimir Zworykin, do iconoscópio (dispositivo eletrônico que por protetora.Esses cabos têm a capacidade de transmitirem sinais digitais ou analógicos, de vídeo e áudio (televisão, Internet) ou áudio (telefone, rádio). Para sua transmissão, é necessário um dispositivo transmissor e outro receptor, sendo que a principal diferença entre a transmissão de sinais digitais para os analógicos, o seguinte: o primeiro precisa de apenas dois tipos de sinais luminosos — isso pois o digital consiste em um sistema binário constituído pelos números 0 e 1 —, já o segundo é necessário uma infinidade de sinais luminosos de diferentes intensidades de luz.
                         
              Essas revolucionárias redes de telecomunicação permitem a transmissão de dados a uma velocidade muito maior que a dos cabos convencionais de cobre — atinge a velocidade da luz (300.000 km/s), com a transmissão de até 1 bilhão de bits por segundo (cada bit equivale a uma unidade de informação no sistema binário). Simplificando, são pacotes de até 1 bilhão de bits enviados a cada segundo, que viajam à velocidade da luz. E também a uma maior distância sem a necessidade de uso de repetidores (dispositivos utilizados para o sinal não enfraquecer) — 4.000 metros contra 1.500 metros dos cabos convencionais. Além disso, permite uma menor interferência; menor possibilidade de intercepção, garantindo uma maior segurança de transmissão de dados; e impossibilidade de causar incêndios devido à não-produção de descargas elétricas. Entretanto, possuem custo mais elevado em relação aos cabos convencionais, e exigem equipamentos avançados para sua instalação: a necessidade de ficarem alinhados e não-submetidos a uma grande pressão — caso contrário, tem sua capacidade diminuída — exigem que os equipamentos de instalação sejam de grande precisão.
       
       Os microprocessadores e a informática
           
      O microprocessador é a parte fundamental de um computador, mas não somente deste, pois é utilizado também para várias outras máquinas: máquinas de lavar e de costura, calculadoras, televisões e rádios modernos, carros, robôs, satélites, etc. O primeiro foi criado pela empresa Intel, em 1971: foi o i4004
                    O microprocessador — que está envolvido por uma cápsula chamada chip — compreende a unidade aritmético-lógica (dispositivo que realiza operações de cálculo), a unidade de controle (dispositivo que comanda outros, através de instruções corretas para executar tarefas), os registros (dispositivo de memória de dados e de resultados das operações das unidades de um microprocessador) e buses internos de conexão (bus é um microcabo que conecta os dispositivos de um computador, e permite o envio de mensagens). Para a comunicação do microprocessador com dispositivos externos, utiliza os buses externos. 
IBM 5100, o primeiro computador próximo do pessoal.

O primeiro computador pessoal (ou PC — do inglês, personal computer) produzido em larga escala foi o IBM 5100, lançado em 1975. Então, em 1983, foi construído pela IBM, o PC XT: compreendia um microprocessador 8088 e um disco rígido (dispositivo com certa capacidade de armazenamento de dados de um computador). Subsequente, temos o desenvolvimento de outros microprocessadores mais avançados, sendo que estes caracterizam os nomes dos computadores: 286, 386, 486 (cada um com diversos tipos, como o 486 SX e 486 DX) 



Intel
80286

A Interface Gráfica é a utilização do computador por meios gráficos, que por meio de ícones (símbolo gráfico) pode-se indicar um comando pelo qual o computador deve seguir. Isso é feito através do mouse (periférico que move um indicador para executar um comando). Assim, a Interface Gráfica substituiu o teclado para a execução de comandos, simplificando a utilização dos microcomputadores. Esta simplificação do modo de utilização do computadores, foi:
·      Flexibilizam a localização das atividades econômicas;
·      Permitem uma melhor e mais rápida distribuição de bens (produtos, equipamentos e matérias-primas) e serviços, traduzindo-se na subida do nível médio de vida da população;
·      Permitem a mobilidade da população (casa / trabalho, viagens de negócios, turismo...);
·      Facilitam o intercâmbio de técnicas e constituem um fato de aproximação de povos e culturas;
·      Quebram o isolamento das regiões desfavorecidas;
·      Atenuam as assimetrias socioeconômicas regionais;
·      Permitindo a especialização, o aumento de rendimento, de produtividade e dispersão das atividades econômicas, permitem o desenvolvimento integral das diferentes regiões;
·      Um sistema de vias de comunicação desenvolvido e eficiente (grande acessibilidade) indica a grande mobilidade da comunidade à procura das suas necessidades, assegurando às populações e agentes econômicos iguais oportunidades de aceder a níveis de serviços elevados e com características idênticas.

A modernização dos transportes modificou a noção de distância. Antigamente a distância física media-se em termos absolutos (distância em quilômetros), na atualidade mede-se em termos relativos (distância-relativa): distância-tempo e distância-custo).
A maior velocidade dos transportes permitiu diminuir a distância-tempo (corresponde ao tempo utilizado para percorrer uma determinada distância). A maior capacidade de carga dos transportes e a diminuição dos custos permitiram reduzir a distância-custo ( corresponde ao custo associado a uma determinada distância).
A acessibilidade (maior ou menor facilidade com que se atinge um local; depende do tipo de transporte, das condições da via, da intensidade do tráfego e dos custos associados) dos lugares pode ser medida utilizando os indicadores distância-tempo e distância-custo.



Aeroporto de gás natural  Pendular
                                     A competitividade dos diferentes modos de transporte
As principais redes de transporte utilizadas para o estabelecimento de ligações são: a rede rodoviária, a rede ferroviária, a rede marítima e a rede aérea. A escolha do modo transporte a utilizar depende de vários fatores, podendo enunciar-se como os mais importantes o custo do transporte, o tipo de mercadoria a transportar, a distância a vencer, o tempo gasto no percurso e o tipo de trajeto a percorrer.